Pesquisadora vê evangélicos independentes na escolha do voto, mas nega tendência conservadora

O período eleitoral é marcado por frequentes manchetes na grande mídia associando o eleitor evangélico a alguém manipulável, que segue os conselhos políticos de seus líderes cegamente. De certa forma, há um tom preconceituoso nessas alegações. No entanto, uma pesquisa recente mostra que a postura do evangélico diante da urna não é ditada por nenhum pastor. O levantamento, realizado durante a última edição da Marcha Para Jesus, em São Paulo, mostrou o que a revista Carta Capital resumiu como “não existe o voto evangélico”. O segmento religioso que mais cresce no país é uma amostra da sociedade brasileira, com indicadores Leia tudo…

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